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Armadilhas fotográficas são instaladas em área de preservação na UPF

Fonte: Imprensa UPF

27/03/2015


A Fundação Universidade de Passo Fundo (FUPF) investiu em uma nova metodologia de monitoramento, que consiste na instalação de armadilhas fotográficas, para captar imagens dos animais que habitam as Áreas de Preservação Permanente (APPs) da Universidade de Passo Fundo (UPF). Na semana passada (17/03), a primeira armadilha foi instalada em local estratégico, dentro da área.

Há três anos, um criterioso levantamento técnico dessas áreas de uso da fauna, associado aos recursos hídricos presentes vem sendo realizado pelo Instituto de Ciências Biológicas (ICB). O estudo apontou a existência de dez espécies de anfíbios, vinte de répteis e 11 de mamíferos na área do campus central da Instituição.

Ao todo, são seis armadilhas, equipamentos pequenos que registram em imagem por meio de um sensor de movimento a presença dos animais. O monitoramento é conduzido pelas biólogas Noeli Zanella, do Laboratório de Herpetologia, e Carla Tedesco, do Laboratório de Ecologia, acompanhadas pelos estagiários dos laboratórios. Conforme a professora Noeli, as armadilhas serão espalhadas em áreas onde haja maior deslocamento de animais. “Vamos selecionar espaços, tendo em vista trilhas no meio do mato nessas áreas em regeneração, isso para poder acompanhar o deslocamento e verificar quais espécies habitam nesse local”.

De acordo com a professora, é um instrumento que permite certificar as espécies. “Com essa metodologia, teremos imagens dos animais que vão complementar o monitoramento que fazemos da fauna”. Atualmente, a existência de determinadas espécies é registrada por meio de plots, que são armadilhas de solo, deixadas em locais estratégicos que registram as pegadas dos animais. “A imagem nos permite, com maior acurácia e precisão, detectar as espécies aqui encontradas. Os plots dão ideia dos gêneros, mas, para maior precisão, precisamos desse registro fotográfico”, observa.

Além da identificação de espécies, Noeli destaca que o mecanismo traz um ganho significativo aos acadêmicos, pois permite que eles aprendam uma nova metodologia de avaliação da fauna. “Podemos usar essas armadilhas para avaliar a mastofauna de determinadas regiões”, considera.





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