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UPF é o 1º Centro de Educação em Computação Paralela no estado de uma das maiores empresas de hardware do mundo

Fonte: Imprensa UPF

03/08/2016



A Universidade de Passo Fundo (UPF) foi selecionada, no mês de julho, para integrar programa de uma das maiores desenvolvedoras de hardware do mundo, a empresa NVIDIA. Por meio de um convênio, a UPF passa a ser um dos 18 Centros de Educação em Computação Paralela (GPU Education Center Program) da NVIDIA no Brasil, que oferecerá suporte e recursos para estudo da tecnologia de processamento em GPU (Unidade de Processamento Gráfico).

A Universidade poderá utilizar diferentes materiais da NVIDIA nas disciplinas e nos projetos de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada (PPGCA), nos cursos de Ciência da Computação e de Engenharia de Computação da Instituição, e nas demais áreas do conhecimento que necessitem dessa tecnologia.

As GPUs são utilizadas em placas de vídeo e especializadas em processar gráficos em computadores pessoais. Sua capacidade de processamento é amplamente utilizada na indústria de games, de entretenimento e de design gráfico. Por terem uma estrutura de processamento paralelo, recentemente, empresas têm utilizado seu grande número de núcleos de processamento para aplicações em paralelo de computação científica, modelagem e simulação, e volumes massivos de dados.

O programa da NVIDIA é oferecido para instituições de ensino de todo o mundo. A UPF receberá três GPUs de alto desempenho: uma Tesla K40 Active e duas GTX Titan X, ambas com 12GB de memória dedicada. Essas placas, que custam aproximadamente 10 mil reais cada, são capazes de auxiliar pesquisadores e profissionais em aplicações que demandam de poder de processamento especializado. Elas têm uma capacidade de processamento que pode ser dez vezes maior que a oferecida por computadores pessoais.

As placas podem ser utilizadas, por exemplo, para processar modelos meteorológicos para previsão do tempo, sequenciamento de DNA ou análise biológica, e também para a parte de games e aplicações de realidade virtual. “Essa tecnologia permite uma otimização no desenvolvimento de softwares, onde podemos trabalhar com vários códigos ao mesmo tempo: daí vem a ideia da computação paralela. É um recurso de energia sustentável, muito poderoso, embarcado em um estojo de aproximadamente 30 cm, capaz de analisar imensos volumes de dados e executar simulações de forma extremamente rápida e precisa”, explicou um dos proponentes do projeto, o professor do PPGCA da UPF, Dr. Rafael Rieder.

Ser um Centro de Educação em Computação Paralela representa uma grande conquista para a Universidade. “Somos o único Centro no Rio Grande do Sul e um dos 18 no país. Outro diferencial é que vamos dispor de uma tecnologia que poucas instituições têm, com recursos a serem explorados tanto pela Computação quanto pelas demais áreas do conhecimento da UPF. Além disso, o nome da UPF será divulgado pela NVIDIA no mundo todo, permitindo a troca de experiências de ensino e de pesquisa com instituições internacionais parceiras da NVIDIA”, ressaltou o professor.

Os equipamentos são doações da NVIDIA, oferecidas à Universidade de maneira gratuita. A contrapartida da UPF é a efetiva utilização e o envio de relatórios para a NVIDIA, com sugestões e avaliações do desempenho das placas. “O interesse da empresa é que a Universidade consiga desenvolver projetos de pesquisa que utilizem essa tecnologia, disseminando o uso do processador gráfico para vários fins”, comentou Rieder.





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